Exportação em julho teve terceiro maior resultado para o mês

 

Brasília (1° de agosto) – As exortações brasileiras em julho de 2013 tiveram a terceira maior média diária para este mês na série histórica da balança comercial, com resultado de US$ 904,7 milhões, ficando atrás apenas dos valores registrados em 2011 (US$ 1,06 bilhão) e 2012 (US$ 954,7 milhões). No acumulado do ano, as vendas nacionais ao mercado exterior foram de US$ 135,2 bilhões, terceira maior cifra para o período de janeiro a julho na série histórica.

A importação mensal teve a maior média diária para meses de julho (US$ 987,1 milhões) e, no acumulado do ano, as compras foram também recordistas, alcançando o valor de US$ 140,2 bilhões. No mês, houve déficit de US$ 1,9 bilhão e, no ano, o saldo negativo chegou a US$ 4,989 bilhões.

Em entrevista coletiva realizada hoje, no auditório do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), a secretária de Comércio Exterior, Tatiana Lacerda Prazeres, destacou o fato de que, excluídas as exportações de petróleo e derivados, as demais vendas brasileiras alcançaram o valor recorde no acumulado anual, de US$ 123,9 bilhões, superando o de 2011 (US$ 122,9 bilhões). Tatiana avaliou também que, excluindo as transações de petróleo e derivados (exportações e importações), o Brasil aferiu superávit de US$ 10,453 bilhões. “Para entender os resultados da balança comercial no ano de 2013, é preciso observar a movimentação da conta petróleo”, afirmou.

A secretária comentou que o déficit atual acumulado no ano na balança comercial, apesar de ser o maior na série histórica, pode ser contextualizado em relação ao total exportado. Nesta comparação, o déficit representou 3,7% do total exportado. Este percentual é o quarto maior ficando atrás das proporções deficitárias registradas em 1995 (16,6%), 1997 (9,1%) e 1998 (7,3%).

Tatiana manteve a previsão feita ao início do ano de que o Brasil terá superávit na balança comercial em 2013, com valor menor que o registrado  em 2012, quando o saldo positivo foi de US$ 19,430 bilhões. Ela explicou que, no restante do segundo semestre deste ano, há estimativa de que a produção de petróleo aumente, o que deverá impulsionar as exportações do setor. Também se espera que as importações diminuam neste período. Fonte: MDIC


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