Exportações brasileiras apresentam estabilidade no primeiro semestre

 

Brasília (1° de julho) – O Brasil vendeu ao mercado externo US$ 114,516 bilhões nos primeiros seis meses de 2013. As exportações tiveram uma redução de 0,7% em relação ao mesmo período do ano passado (US$ 117,214 bilhões). Em entrevista coletiva hoje, para comentar os resultados da balança comercial brasileira, a secretária de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), Tatiana Lacerda Prazeres, avaliou que as vendas apresentam um quadro de estabilidade.

“Como disse no começo do ano, nossa previsão é de que as exportações este ano se mantenham em um patamar aproximado em relação aos resultados de 2012 e 2011, anos em que apresentaram valores recordes. No semestre, esta previsão se confirma”, afirmou. Sobre o déficit da balança comercial no semestre, de US$ 3 bilhões, Tatiana analisou que há “uma trajetória de recuperação”, tendo em vista que, em junho, houve superávit de US$ 2,394 bilhões. “Com isso, reafirmo a previsão de que teremos saldo positivo na balança comercial em 2013, ainda que menor do que o de 2012”, disse.

A secretária de Comércio Exterior explicou que o desempenho da balança comercial este ano é afetado por uma queda nas exportações de petróleo e derivados (-38,9% na média diária em relação ao primeiro semestre de 2012) e disse que se descontadas estas vendas, as exportações somam US$ 104,9 bilhões em 2013, que é o maior valor semestral neste comparativo, superando o resultado de 2011 (US$ 103,4 bilhões).

Mercados

Em relação aos principais mercados das exportações brasileiras, o que mais cresceu no primeiro semestre do ano foi o Oriente Médio (8,1%), com destaques para carne de frango e bovina, soja, açúcar e milho. Para a Ásia (7,2%), os produtos mais exportados foram soja, minério, açúcar, milho, carnes, celulose, farelo, couro e peles, café e bombas e compressores. A América Latina e Caribe (2,4%) também compraram mais dos fornecedores brasileiros, especialmente, automóveis, veículos de carga, minério de ferro, polímeros plásticos, carne bovina e motores para automóveis.

Houve queda nas vendas para a Europa Oriental (-6,5%), com embarques reduzidos de carne de frango e suína, açúcar e aviões. O mercado da União Europeia (-7,4%) também experimentou retração, provocada, principalmente, por vendas menores de petróleo, soja e café.  Na África (-5,6%), a queda se explica por transações inferiores de construções pré-fabricadas, trigo e arroz. Fonte: MDIC


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