Exportações crescem 4,1% em junho

 

Brasília (17 de junho) – A balança comercial brasileira registrou saldo positivo de US$ 70 milhões, com média diária de US$ 14 milhões, nos cinco dias úteis (10 a 16) da segunda semana de junho. A corrente de comércio (soma das exportações e importações) totalizou US$ 9,350 bilhões, com média de US$ 1,870 bilhão por dia útil.

As exportações, no período, foram de US$ 4,710 bilhões, com desempenho médio diário de US$ 942 milhões, resultado 12,2% abaixo da média de US$ 1,073 bilhão da primeira semana do mês. Neste comparativo, houve queda nas exportações de produtos semimanufaturados (-26,6%), com retração maior nas vendas de açúcar em bruto, couros e peles, ouro em forma semimanufaturada, óleo de soja e ferro fundido. Entre os básicos (-16,5%), caíram, principalmente, os embarques de minério de ferro, petróleo em bruto, farelo de soja, carne bovina e de frango, e fumo em folhas. Nos produtos manufaturados (-1,4%), a redução atingiu, especialmente, automóveis de passageiros, óleos combustíveis, autopeças, veículos de carga e suco de laranja congelado.

Na segunda semana de junho, as importações chegaram a US$ 4,640 bilhões (média de US$ 928 milhões). Houve retração de 8,7% sobre a média da primeira semana (US$ 1,016 bilhão), explicada, principalmente, pela queda nos gastos com combustíveis e lubrificantes, equipamentos mecânicos, aparelhos eletroeletrônicos, veículos automóveis e partes, plásticos e obras e farmacêuticos.

Mês

Nos dez dias úteis de junho, as exportações somaram US$ 10,077 bilhões, com média diária de US$ 1,007 bilhão. Por esse comparativo, a média diária das vendas externas foi 4,1% maior em comparação com o resultado diário de junho do ano passado (US$ 967,7 milhões). Houve crescimento das vendas de produtos básicos (14,9%), por conta de milho em grão, soja em grão, farelo de soja, bovinos vivos, carne de frango e bovina, e petróleo. Por outro lado, decresceram as vendas de produtos manufaturados (-7,3%), por conta de máquinas e aparelhos de terraplanagem, motores e geradores, óxidos e hidróxidos de alumínio, açúcar refinado, pneumáticos, e bombas e compressores. Entre os produtos semimanufaturados (-2,7%), a redução ficou por conta, principalmente, de semimanufaturados de ferro e aço, óleo de soja em bruto, ouro em forma semimanufaturada, e ferro fundido.

Em relação à média diária de maio deste ano (US$ 1,039 milhões), houve retração de 3% nas exportações, com queda nos produtos manufaturados (-6,7%) e básicos (-1,8%), enquanto cresceram as vendas de semimanufaturados (1%).

As importações do período chegaram a US$ 9,722 bilhões e registraram desempenho diário de US$ 972,2 milhões. Pela média, houve alta 4,8% na comparação com junho do ano passado (US$ 927,7 milhões). Aumentaram os custos, principalmente, com veículos automóveis e partes (42,7%), farmacêuticos (35,3%), aparelhos eletroeletrônicos (22,8%), plásticos e obras (22,5%), siderúrgicos (18,6%) e adubos e fertilizantes (14,7%).

Já em relação a maio deste ano (US$ 1,003 milhões), as compras tiveram queda de 3,1%, com retração nas despesas de combustíveis e lubrificantes (-40,4%), cobre e suas obras (-17,5%), borracha e obras (-7,7%) e cereais e produtos de moagem (-4,0%).

O saldo comercial de junho está superavitário em US$ 355 milhões (média diária de US$ 35,5 milhões). A corrente de comércio do mês alcançou US$ 19,799 bilhões (resultado diário de US$ 1,979 bilhão). Pela média, houve aumento de 4,5% no comparativo com junho do ano passado (US$ 1,895 bilhão) e redução de 3,1% na relação com maio último (US$ 2,042 bilhões).

Ano

De janeiro à segunda semana de junho deste ano (113 dias úteis), as vendas ao exterior somaram US$ 103,366 bilhões (média diária de US$ 914,7 milhões). Na comparação com a média diária do período correspondente de 2012 (US$ 935,2 milhões), as exportações decresceram 2,2%. As importações foram de US$ 108,405 bilhões, com média diária de US$ 959,3 milhões. O valor está 8,9% acima da média registrada no período equivalente de 2012 (US$ 881,2 milhões).

No acumulado do ano, há déficit na balança comercial de US$ 5,039 bilhões, com o resultado médio diário negativo de US$ 44,6 milhões. Nos dias correspondentes de 2012, o superávit foi de US$ 5,936 bilhões, com média de US$ 54 milhões. A corrente de comércio totaliza, em 2013, US$ 211,771 bilhões, com média diária de US$ 1,874 bilhão. O valor é 3,2% maior que a média aferida no período equivalente do ano passado (US$ 1,816 bilhão). Fonte: MDIC


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